Sinal verde para Dojo organizado pela Globo.com

segunda-feira, 18 abril 2011

No último sábado (16 de abril de 2011) foi organizado mais um Dojo no Rio de Janeiro, desta vez com apoio da Globo.com. Ele ocorreu na Barra da Tijuca, entre 14:00 e 17:30, tendo um intervalo para o delicioso coffee break patrocinado pela empresa.

Descontração durante Coffee Break patrocinado pela Globo.com

Mais de 25 pessoas participaram do encontro, incluindo algumas figurinhas marcadas do Dojo Rio e bastante gente nova.

Mais da metade dos participantes levantou a mão quando perguntamos quem nunca tinha participado de um Dojo, o que foi ótimo, pois conquistamos novos adeptos. Dentre os dojozeiros de longa data, participaram: Álvaro Justen, Cláudio Berrondo, Leandro Thimóteo e Oscar Marques. Contamos ainda com duas participações internacionais: Josemar da Costa Magalhaes (da Angola) e Marcelo Flores Henrique (do Peru), que demostraram bastante habilidade programando.

Palestra de Abertura de Francisco Souza

Como estávamos iniciando um novo grupo de Dojo, escolhemos problemas mais simples: um grupo começou com o Fizzbuzz e o outro trabalhou no Cheque por extenso. Quando o primeiro grupo resolveu o Fizzbuzz, eles começaram a brincar com o problema do Telefone. O segundo grupo permaneceu no Cheque por extenso do início até o fim. Ambos grupos desenvolveram em Python e o código-fonte resultante pode ser encontrado no Github.

Grupo que brincou com o problema do Cheque por extenso

Grupo que resolveu o FizzBuzz e o brincou com problema Telefone

Algo que ajudou bastante no encontro foi o uso de semáforos físicos, ambos desenvolvidos usando Arduino e integrados aos computadores usando dojotools. O semáforos ajudaram bastante os novatos a entenderem quando podiam interromper a dupla em ação, enquanto o dojotools fazia com que a dupla percebesse imediatamente testes quebrados.

Novo semáforo em uso – ajudou iniciantes a entenderem a hora de interromper a dupla

Semáforo 2.0 (por Álvaro Justen e Tati Al-Chueyr) e semáforo 1.0 (por Álvaro Justen, Bernardo Fontes e outros)

Segundo os participantes, um dos pontos positivos deste Dojo (fora o coffee break ;)) foi ter acontecido no sábado – algo que viabilizou a presença de pessoas que trabalham e estudam durante a semana e portanto não conseguem participar dos demais Dojos. Dentre os pontos a serem melhorados, ficou a sugestão de variar a linguagem de programação – algo que sem dúvida será feito nas próximas edições.

Foi um prazer organizar este encontro junto com colegas da Globo.com, incluindo Igor Macaúbas, Francisco Souza, Rafael Martins, Hugo Seixas, Hugo Tavares e Andrews Medina – os dois últimos infelizmente não puderam participar desta edição, mas contribuiram diretamente com sua organização. Mais duas pessoas da empresa merecem ser citadas: Demetrius Nunes e Thaina Zanotti , sem os quais o Dojo da Globo.com não teria se tornado realidade. Do pessoal de fora da empresa, queria agradecer em especial ao Álvaro Justen – tanto pela madrugada que viramos implementando o segundo semáforo, quanto pelo apoio no próprio dia do evento.

Sobreviventes ao fim do Dojo

Obrigada a todos que participaram! Esperamos organizar o próximo Dojo em breve, e contamos com a presença de todos!

Mais informações:

Retrospectiva

🙂

  • coffee break +++++++
  • troca de ideias e experiências durante coffee break
  • dojo no final de semana
  • veio um monte de gente
  • todo mundo participou
  • semáforo
  • infraestrutura
  • organização bacana

😦

  • timidez no início
  • faltou sinalização de onde era o dojo
  • atraso para começar
  • pares falando baixo

Melhorar

  • cartaz explicando funcionamento do dojo
  • explicar melhor TDD
  • variar linguagem
  • sinalizar melhor o Città
  • sugestão de linguagem por novatos
  • pares têm que falar mais alto
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Relato de um super Dojorio

domingo, 12 dezembro 2010

O Dojorio na UFF, que aconteceu no último dia 01 de dezembro, contou com um convidado pra lá de especial. Klaus Wuestefeld, criador do Prevayler e do Sneer, estava no Rio para ministrar seu treinamento Learning & Coolness e aproveitou para conferir o dojo.

Aproveitando a presença do Klaus, fizemos o dojo em Java onde atacamos o problema do Detector de Jogada de Pocker. Esse problema é fantástico! Os testes ficam simples, mas provocam uma revolução no código à cada nova asserção. O resultado é o foco constante em refatoração. Continue lendo »


DojoRio@UFF – 15/06/2010 Em ritmo de Copa

quarta-feira, 16 junho 2010

Galera,

Rolou ontem mais um DojoRio@UFF. Só para lembrar, esse Dojo é regido pelos calouros do Curso de Ciência da Computação com o intuito de eles aprenderem entre si, já que a discrepância entre as diversas turmas das disciplinas Programação I e II do curso é bem grande.

Para manter o clima de Copa do Mundo, o problema foi fazer um avaliador de bolão. De entrada era esperada duas ou mais apostadores, suas respectivas listas de apostas e uma lista com os resultados finais das partidas. A saída deveria ser o nome do apostador que foi vencedor e a pontuação que ele obteve. Diferentemente da Copa e felizmente, nós não tivemos vuvuzelas presentes na sessão.

O código resultante está nesse repositório no Github. Como nós usamos o parâmetro para ativar o commit para o repositório git a cada salvamento de arquivo do Dojotools, vocês poderão pelo no histórico de commits como foi a evolução do código e nossos erros.

A abordagem para o problema foi bem discutida e a modelagem que nós adotamos nos ajudou muito a manter o código sustentável. Além disso, o fato de testarmos primeiro os casos de comparação entre dois resultados para depois atacarmos a solução final foi essencial para o entendimento e o desenvolvimento de maneira organizada do código.

Estavam em campos 10 jogadores:

Os pontos positivos foram:

  • O problema +++
  • Biscoitos +++
  • Época de Copa do Mundo
  • Jogo do Brasil no DCE +
  • Explicação do and e or simulados por if’s e o caso ter acontecido depois
  • Começar a realmente entender Ruby
  • Ruby é sexy ++
  • Todos programaram +
  • Dojotools com o git ++
  • Orientação à objetos ++
  • Discussões boas ++++
  • Veio uma galera boa +
  • Ambiente
  • Linguagem nova ++
  • Iniciativa dos calouros propondo modificações no Dojo
  • Modelagem é tudo e resulta em avanço
  • Mouse
  • Quadro impedindo o reflexo do sol
  • Avanço no código da maneira sustentável +
  • O horário

Os pontos a serem melhorados foram:

  • Faltou a apresentação das pessoas
  • Demorou para começar ++++
  • Professor que passa exercício pra nota faltando 5 minutos pro Dojo ++++
  • Faltou tempo
  • Bug do Dojotools
  • Uso radical dos baby steps
  • Ausência de um pessoal ++
  • Comida desnecessária no horário
  • Não poder ver o código ser desenvolvido por inteiro +
  • Mosca imortal enchendo o saco
  • Não entendimento sobre discussões importantes

Como sugestões ficaram:

  • Fazer algum em PHP
  • Fazer algum em C
  • Melhorar a posição do piloto e copiloto

O Dojo foi bastante proveitoso, principalmente em função de duas discussões. A primeira foi fruto da ideai do Lucas de fazer a maioria dos Dojos nesse horário em Java pelo fato de a maioria dos que frequentam o Dojo nesse horário estarem aprendendo Java. Alguns participantes aprovaram e outros não. Enfim, como o Dojo é deles e para eles, eles ficaram de conversarem entre si e decidirem o que vão fazer. Esse fato por si só já é interessantíssimo.

Para não ser injusto com ninguém e nem tendencioso (afinal eu estava dentro da discussão com as minha opiniões) prefiro dizer somente qual foi o assunto da segunda discussão. Bem, a segunda discussão foi tocada em função do conceito de Baby Steps e de como ele funciona em conjunto com o TDD. O importante é que no final todos continuaram com a opinião de que de fato desenvolver software usando TDD e baby steps é altamente produtivo.

Até a próxima,

Bernardo Fontes


DojoRio@Niterói – 27/05/2010

sábado, 29 maio 2010

Galera,

Rolou nessa última quinta-feira mais um DojoRio@Niterói lá na nossa queria UFF. O Dojo contou novamente com a presença em massa dos calouros do curso e também com novos convidados de outros períodos. Foi uma sessão bem especial, não só por todas os calouros que estiveram presentes, mas também pelas reflexões que elas nos gerou. Para saber mais sobre isso, leia esse post do Vinícius Teles falando sobre o pensamento comum que pairou na cabeça da maioria depois dessa quinta-feira.

A única coisa que faltou o Vinícius dizer foi o fato de termos descoberto um Certfied Blaze Master no pessoal. Não vou citar nome para não deixar as pessoas constrangidas… Como o Vinícius já falou bastante de como foi a sessão e dos resultados que ela obteve, vou me restringir a listar os presentes em mais um recorde. Estavam presente essas 26 pessoas:

Como pontos positivos o pessoal citou:

  • A refatoração
  • O pessoal participando mais
  • Aprender novas linguagens
  • Aprimorar o raciocínio
  • Foi produtivo
  • Ter começando no horário
  • Aprendizado de novos conceitos e estrutura de dados
  • Terem levado comida
  • Vir com um problema já proposto
  • Testes te darem segurança para o desenvolvimento
  • Os calouros continuarem participando e os novos frequentadores
  • Ter sido em Javascript
  • A interface do Jsspec
  • A criação de mais um Dojo
  • A superlotação dos Dojos de Niterói e do Rio
  • Familiarizar-se com diferentes linguagens
  • Ganhar bons hábitos de programação
  • Ser 0800
  • Pessoas programando pela primeira vez no Dojo
  • Problema simples e real
  • Ter colocado o tempo para 4 minutos
  • Os aplausos após a refatoração
  • Muito debate
  • Oportunidade para os calouros
  • Usar o quadro de giz
  • A Luciana estar presente para tentar levar o Dojo para a Medicina
  • O ar condicionado

O que ficou para ser melhorado foi:

  • Falar mais alto quando estiver como piloto ou co-piloto
  • Várias mudanças no fluxo do raciocínio
  • Não deu para todos programarem
  • Muita conversa na platéia
  • Senhora Justen não programou
  • Não teve apresentação das pessoas
  • Dinâmica lenta
  • O tempo passar muito rápido
  • O horário
  • Cansaço de alguns
  • O plugin de completar as aspas, parênteses e chaves
  • Não adicionaram algumas pessoas ao grupo do DojoRio
  • Algumas pessoas não poderem ir ao pós-dojo
  • Por que não tive Dojo quando era calouro?
  • A comida distraiu o pessoal
  • Ter sobrado comida
  • Pessoal do canto retendo a comida
  • Faltou orientação a objetos
  • Arrumar mais cadeiras para a sala
  • Algumas pessoas que confirmaram que vinham e faltaram
  • As mesas no meio da sala
  • A separação da galera entre calouros de um lado e “veteranos” de outro
  • Perda de foco no final
  • Programar com o DojoTimer aberto
  • Ar condicionado esfriou muito
  • Uso do Javascript
  • O Henrique Bastos e sua empolgação não estavam presentes

Deixaram como sugestões:

  • Usar o Vi como próximo editor de texto
  • Usar Python novamente em um próximo Dojo
  • Fazer em uma linguagem nova
  • Fazer em alguma linguagem mais antiga como COBOL
  • Usar alguma coisa de banco de dados
  • Fazer mais publicidade do grupo
  • Conseguir uma sala maior
  • Fazer o código em inglês
  • Usar um mouse maior
  • Fazer algum Dojo em PHP
  • Fazer algum Dojo em Perl
  • Fazer algum Dojo em C

Vale a pena reparar que essa galera nova tem uma sede por conhecimento muito grande. Isso é notável pelo número de sugestões de linguagens e ideias para serem implementadas no próximo Dojo. Para os que não estão indo à UFF, estão perdendo uma pequena revolução que esses calouros estão fazendo. Sorte nossa poder ver isso de perto. Para quem quer ver o código, ele está nesse repositório do Github. Em breve coloco no repositório do DojoRio no GoogleCode.

Até a próxima,

Bernardo Fontes


Coding Dojo Rio #12

terça-feira, 21 abril 2009

Nesta última quarta-feira, dia 15 de abril de 2009, realizamos o #12 Dojo-Rio no CEFET.

Utilizando Python 3.0, a missão do Dojo era solucionar o problema do Campo Minado, cujos objetivos eram:

•    Construir uma matriz NxM com N e M > 0 que represente o tabuleiro
•    Preencher um tabuleiro com bombas em posições aleatórias
•    Preencher as casas restantes com o número de bombas adjacentes Continue lendo »