Relato de um super Dojorio

domingo, 12 dezembro 2010

O Dojorio na UFF, que aconteceu no último dia 01 de dezembro, contou com um convidado pra lá de especial. Klaus Wuestefeld, criador do Prevayler e do Sneer, estava no Rio para ministrar seu treinamento Learning & Coolness e aproveitou para conferir o dojo.

Aproveitando a presença do Klaus, fizemos o dojo em Java onde atacamos o problema do Detector de Jogada de Pocker. Esse problema é fantástico! Os testes ficam simples, mas provocam uma revolução no código à cada nova asserção. O resultado é o foco constante em refatoração. Continue lendo »

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DojoRio@UNIPLI – 05/10/2010

quinta-feira, 7 outubro 2010

Pessoal,

Ontem rolou o primeiro DojoRio@UNIPLI. Agora, teremos mais uma sessão de Dojo rolando toda terça-feira no Rio de Janeiro! Mais uma vez mostramos o quão essa comunidade é engajada e tem a vontade de partilhar as experiências que cada um viveu e vive no Dojo com outras pessoas da Computação.

Esse Dojo resultou da PythOnCampus que rolou na semana anterior praticamente durante três dias. Entre minicursos de Python, Blender, palestras, rolou um Dojo rápido que o pessoal do DojoRio@Niterói ajudou a tocar. Além da sessão, rolaram, por causa do desenrolo life style, duas apresentações sobre o Coding Dojo que foram feitas por mim. A ideia se difundiu, a galera gostou, os professores apoiaram, o diretor também e agora, toda terça-feira temos mais um encontro em Niterói!!! Tem coragem!?

Então, para começar os trabalhos, nós pegamos o clássico problema dos Números Romanos e fizemos em Java. O problema gerou bastante discussões porque haviam pessoas com experiências em várias diferentes linguagens. Tinhamos gente que trabalha com Java, com Python, com Ruby, com C++ e até com Lua. Então, a discussão agregou muito pela heterogeneidade do papo. Tivemos bastantes participantes e, inclusive, uma participação grande dos calouros da UFF. Achamos muito interessante aumentar os laços de relacionamento de alunos de Computação em Niterói. Essa é uma maneira muito positiva para nós conseguirmos difundir ainda mais as nossas ideias.

Entre os presentes estavam:

Os pontos positivos foram:

  • Mais um DojoRio +++++++
  • Matar aula para ir no Dojo
  • Rapaziada nova participando +++++++
  • Bom número de pessoas +
  • Explicação inicial
  • Percepções dos novatos sobre o processo
  • Rapaziada da UFF fortalecendo +
  • Problema ++++
  • Java +++
  • Netbeans ++
  • Rafaela fazendo os testes passarem
  • Todos programaram
  • Trakinas ++
  • Sala +
  • HashMap
  • Nova forma de programar
  • Comunicação interpessoal
  • Pessoal focado

Os pontos a melhorar foram:

  • Pouco tempo ++++
  • Horário não é dos melhores +
  • Pessoal tendo que sair mais cedo
  • Tipagem em Java
  • Não ficar para o pós +
  • Sem café
  • Java +
  • Netbeans
  • Pessoal do primeiro dojo que não pode ir
  • Falatório
  • Faltou divulgação +

As sugestões foram:

  • O pessoal novo entrar na lista
  • Continuar rolando!!! +
  • Aumentar a integração dos universitários em Niterói ainda mais
  • Promover mais dojos +
  • Fazer outros em outras linguagens

Para os que não foram, fica uma reflexão do Eduardo: “O bom desse problema é que a gente percebe que nem sempre 4 é mais fácil que cinco.”

Até a próxima rapaziada!

Bernardo Fontes


Coding Dojo Rio #4

quinta-feira, 22 janeiro 2009

Este foi o segundo dojo do ano, debaixo de muita chuva. O trânsito no Rio estava um caos, e com isso poucos compareceram.

Presentes em 21/01/2009:

  • Janaína Horácio
  • Lilian Mendes
  • Rodolfo Carvalho

Diferente dos outros encontros em que temos usado Python, dessa vez aproveitamos para usar Java, com o Eclipse e JUnit rodando no Windows.

O problema foi o Roman number conversion, convertendo números indo-arábicos em romandos (ex: 1 -> I, 56 -> LVI, etc).

Mais detalhes e reflexão num outro post no meu blog pessoal.

O código-fonte está em no nosso repositório.