Dojo@IFF A Segunda vez é ainda melhor…

quinta-feira, 24 março 2011

Nosso segundo dojo do ano foi tão divertido quanto o primeiro. Como era esperado, os calouros tem participado (os mais interessados) e demonstram cada vez mais uma vontade extraordinária em aprender. Isso é ótimo, afinal, o objetivo é aprender mais e mais. Com muito esforço estamos conseguindo gerenciar nossos dojos, mesmo com um desfalque na equipe

No dia do dojo, novamente para nossa surpresa, bastante gente apareceu para se divertir e aprender. Desta fez fomos direto aos problemas (sim, resolvemos mais de um problema \õ/). Como a galera já estava familiarizada com o ritmo da brincadeira, escolhemos um problema um pouco mais dificil (mas nem tanto), o Jokenpo, e, como foram foi muito eficientes na programação, sobrou tempo para mais um problema, o dicionário de Código-Morse, onde o grande desafio foi escrever “weslleymberg” em , advinha, código-morse! hehe

A ansiedade toma conta de todos a medida que o próximo dojo se aproxima e esperamos ter a alegria de ver a nossa sala cheia novamente.

Agora vamos para a retrospectiva:

Códigos e fotos

.__ ._. ___ … (Prós)

– aprendemos código morse

– fizemos dois problemas ++++

– horário bom +++

– os calouros aprenderam listas, tuplas e dicionários ++

– muitas pessoas (gente de fora também)

– acabamos no horário marcado ++

_._. ___ _. _ ._. ._ … (Contras)

– nem todos programaram

– faltou a cachaça (#horaextra) ++

– sem #horaextra

– ubuntu is not mac

Participantes:

– Ruhan

– Priscila

– Rômulo

– Weslleymberg

– Norato

– Leandro

– João

– Igor Klem

– Romário

– Jeferson

– Gabriel

– Grevi

– Felipe Cabral

– Plínio

– Pedro

– Marcelo

– Lucas Rodrigues

P.s.: relato feito pelo Weslleymberg

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Dojo@IFF Especial de Ano Novo (Letivo)

quinta-feira, 24 março 2011

Como todos sabem, o ano letivo aqui no Brasil só começa depois do carnaval e não foi diferente com o nosso dojo. No final do ano passado nós tivemos grandes perdas, o Tarsis, o Hugo e mais um bando de gente foi pra Globo.com, a Marianna foi pro MPF e acabamos ficando desfalcados.

Com a equipe desfalcada, eu e Priscila ficamos preocupados com o que fazer com o dojo esse ano, queríamos trazer mais gente e mantê-los no dojo. Foi assim que surgiu a idéia de fazer o dojo como um trote nos calouros. Armamos tudo e intimamos os calouros a comparecerem no dojo que, por sinal, mudou de dia e horário, agora ele acontece toda terça-feira das 16 às 18hrs.

O dia do dojo chegou e nós fomos para a sala (sim, agora nós temos uma sala permanente!!) e, para a nossa surpresa, ela estava cheia! Para começar eu passei o para eles o mesmo vídeo que foi passado para os calouros da UFF e deu pra ver que eles ficaram animados, logo após partimos para o problema. Como muitos deles nunca tinha programado na vida, decidimos começar com um problema fácil, o FizzBuzz. Durante todo o dojo muitas dúvidas surgiram e graças a nosso professor de plantão, o Rômulo, todas as dúvidas foram tiradas. Conseguimos terminar o código e ainda deixamos ele limpinho.

Agora vamos para a retrospectiva:

Códigos e fotos

Fizz (Prós)

– proveitoso ++

– muita gente ++++

– novatos aprendendo +++

– python

– should / specloud

Buzz (Contras)

– inexperiência

– faltou a cachaça (#horaextra) ++

– nem todo mundo participou

– usuário windows programando paralelamente sem querer participar (C++ não é bom!)

Participantes:

– Ruhan

– Priscila

– Rômulo

– Weslleymberg

– Norato

– Leandro

– João

– Felipe Duarte

– Mayara

– Gabriel

– Diogo

– Grevi

– Felipe Cabral

– Plínio

– Diego

– Lucas Hissa

– Lucas Rodrigues

– Leandro Pires


Disciplina Dojo para os calouros na UENF!

sexta-feira, 13 agosto 2010

Sensacional! Essa é a palavra que resume o que aconteceu na quarta-feira, 04 de Agosto de 2010, na primeira aula Dojo registrada como matéria na UENF. O projeto foi uma iniciativa dos alunos do 8º período: Eduardo Hertz, Herond Robaina e Hugo Maia Vieira que se inspiraram neste post do Vinicius Teles e no fato de já realizarmos um Dojo e conhecermos seus benefícios. Nós três ficamos como monitores voluntários da disciplina, que é ministrada pela Professora Annabell Tamariz (também coordenadora do curso).

A tarefa tratava-se de um desafio para nós, pois os alunos, por serem do 2º período, haviam visto apenas a matéria Programação I em Pascal e em nossos Dojos apenas o pessoal mais experiente tinha participado! Portanto, mesmo utilizando Ruby, conceitos como orientação a objetos deveriam ser abstraídos e nós teríamos que saber empolgar o pessoal.

A aula iniciou com uma apresentação do Hugo Maia sobre o Dojo. Foram explanados quais são os objetivos do Dojo, como deve ser o ambiente para atingir tais objetivos e as técnicas utilizadas.
Em seguida foi explicado o problema, onde este deveria ser algo simples, para os alunos entenderem como funciona um Dojo. Então, escolhemos o problema padrão de primeiros Dojos, o FizzBuzz.

Como era de se esperar, os calouros ficaram meio atônitos com a quantidade de informação passada num primeiro momento. O TDD e uma nova linguagem eram coisas totalmente novas para eles. Aos poucos a aula foi se desenvolvendo com participação ativa do pessoal.

A função de piloto e copiloto era alternada entre os alunos e nós, para haver uma troca de experiência maior e para eles se sentirem um pouco mais seguros nesse primeiro Dojo. O mais interessante a se observar era que o pessoal trocava informação entre si em relação ao problema, fazendo com que todos raciocinassem perante a solução que estávamos desenvolvendo. Isso mostra que, a maior deficiência dos alunos de computação não é a tecnologia ou processo utilizado, e sim a forma como o problema é abordado. O aluno, no modelo de ensino tradicional, não é acostumado a raciocinar, pois não é estimulado a buscar novas alternativas para um problema. Além disso, no Dojo, todos que estão presentes são implicitamente convidados a participar e a interagir, pois a dinâmica do Dojo torna a “aula” empolgante e divertida.

Durante todo o desenrolar do Dojo, fomos soltando para eles boas práticas de programação, como fazer o código falar por si através de nomes de variáveis e funções que façam sentido, melhorar a legibilidade e manutenibilidade do código com a identação correta, dentre outras coisas.

Conversamos também sobre outros assuntos como a importância do Inglês, a importância de saber pesquisar, sobre de sistemas controles de versão, sobre utilizar o Linux para desenvolvimento e algumas outras coisas.

Ao final, fizemos a retrospectiva onde os seguintes pontos foram levantados pelos alunos:

=)

  • A proposta do problema
  • Foi descontraído e ficamos a vontade
  • Não foi como uma aula convencional (o que é legal!)
  • Não houve monopólio do controle da aula, com os 3 monitores complementando a explicação

=(

  • Não conhecer a linguagem
  • Não teve hora extra (vamos fazer!)

O resultado superou todas as expectativas e com certeza será de grande valia para todos nós. Nas próximas sessões eles vão assimilar melhor as ideias e práticas. Com certeza o curso será muito mais divertido e proveitoso para eles que estão conhecendo no 2° período coisas que nós fomos conhecer no 6°. Foi muito legal ver no rosto deles a expressão de empolgação.

Fica a dica e um incentivo para que as pessoas que ainda estão na universidade possam ter essa iniciativa de introduzir e socializar o Dojo na Universidade, onde todos só tem a ganhar.

E como quase formandos, após o Dojo, falamos entre nós: “Ah se tivéssemos isso na nossa época…”

Código no github: FizzBuzz


Dojo UENF/IFF [9]

domingo, 8 agosto 2010

No dia 24/07/2010 aconteceu um Dojo UENF/IFF fora das terras Campistas. Estávamos em Porto Alegre participando do FISL 11. Como as palestras da parte da tarde no dia não eram das melhores, resolvemos voltar mais cedo para o hotel, mas antes passamos no supermercado para comprar algumas coisas para comer. Combinamos de após tomarmos banho e prestarmos conta à nossas respectivas namoradas, nos encontrarmos no meu quarto para fazer um Dojo e lancharmos.

Resolvemos usar os problemas propostos pelo Code Golf da IG, que estava rolando no evento e utilizamos Ruby. O objetivo era resolver o problema e depois refatorar para deixar o arquivo com o menor tamanho possível. Foi sensacional!!! Divertido demais! Como era o último dia em Porto Alegre, pensamos até em fazer um outro Dojo no avião, mas não tinham acentos juntos disponíveis =P

Participantes

Até a próxima! Abraços!