Reativação Coding Dojo IST

domingo, 23 setembro 2012

Olá pensadores! Fico feliz em escrever para esse blog, compartilhar a emoção de estar em companhia iluminada de amigos, e fazendo o melhor, programando!
E por este motivo venho dividir a experiência que estamos vivendo.
Pensando em como é prazeroso aprender algo novo, sentir-se mais capaz, melhor! e principalmente, ajudar! Reativei uma prática de grande valor para nós, o Coding Dojo.
Nós calouros, do primeiro período ainda, estamos nos reunindo toda quinta-feira pela primeira hora da tarde no IST-Pretrópolis (Instituto Superior de Tecnologia), para dividir nosso conhecimentos com os demais.
Logo do Coding Dojo - Ist Petrópolis
Nosso Dojo sofreu pequenas alterações. Pelo fato de ir quase as mesmas pessoas, e que muitos tem pouca experiência com lógica de programação, lembrando que entramos na faculdade a pouco tempo, portanto a lingugem estuda tem sido C, por tê-la na primeira parte da faculdade.
Os exercício são focados em lógica e sintaxe, por isso os problemas são bem simples.
Em paralelo “nosotros aprendemos el idioma español con nuestro amigo Juan” especialista em PHP que está sempre presente nos ajudando.

Existem umas fotos que quebram o paradigma de “programadores são anti-sociais”. Estas fotos mostram uma das melhores partes, o pós-dojo. Talvez isto seja o real motivo para nos reunirmos.

Alunos em um pós-dojo

Paquera é um refrigerante, mesmo que na  garrafa venha escrito cerveja.

Aqui estão os que aguentaram firme até o fim.

  • Adrianne da Costa
  • Denis L Presciliano
  • Douglas da S. Gama
  • Erick Souza Martinho
  • Giovanni Capetini
  • Joás Araújo
  • Jonathan Fercher da Rosa
  • Prof.º Juan Domingo Rios
  • Natália Monteiro Cesar

Coisas legais:
Pessoas que nunca programaram mandando ver como piloto.
Tablet informando em voz quando o tempo chega a metade e dois minutos antes de acabar.
Pessoas novas.
Todos entenderam a resolução do problema e a sintaxe.
Interesse dos participantes.

Cronômetro interativo – Tablet rodando Ultracron Lite – Ótimo aplicativo, avisa com uma voz feminina quando estamos na metade do tempo determinado, e quando faltam dois minutos para o fim. Que era o momento de abrir para platéia.

Logo Coding Dojo - IST Petropólis

Coisinhas irritantes:
Algumas pessoas não pilotaram por timidez.
Projetor com baixa resolução.
Contudo, convido a todos que queriam participar dos nossos encontros, é toda quinta de 12:30 até por volta das 14:30 no IST-Petrópolis, estamos no bairro Quitandinha, ao lado do LNCC. Qualquer dúvida estamos no Facebook também. Todos serão bem vindos.

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Dojo@IFF A Segunda vez é ainda melhor…

quinta-feira, 24 março 2011

Nosso segundo dojo do ano foi tão divertido quanto o primeiro. Como era esperado, os calouros tem participado (os mais interessados) e demonstram cada vez mais uma vontade extraordinária em aprender. Isso é ótimo, afinal, o objetivo é aprender mais e mais. Com muito esforço estamos conseguindo gerenciar nossos dojos, mesmo com um desfalque na equipe

No dia do dojo, novamente para nossa surpresa, bastante gente apareceu para se divertir e aprender. Desta fez fomos direto aos problemas (sim, resolvemos mais de um problema \õ/). Como a galera já estava familiarizada com o ritmo da brincadeira, escolhemos um problema um pouco mais dificil (mas nem tanto), o Jokenpo, e, como foram foi muito eficientes na programação, sobrou tempo para mais um problema, o dicionário de Código-Morse, onde o grande desafio foi escrever “weslleymberg” em , advinha, código-morse! hehe

A ansiedade toma conta de todos a medida que o próximo dojo se aproxima e esperamos ter a alegria de ver a nossa sala cheia novamente.

Agora vamos para a retrospectiva:

Códigos e fotos

.__ ._. ___ … (Prós)

– aprendemos código morse

– fizemos dois problemas ++++

– horário bom +++

– os calouros aprenderam listas, tuplas e dicionários ++

– muitas pessoas (gente de fora também)

– acabamos no horário marcado ++

_._. ___ _. _ ._. ._ … (Contras)

– nem todos programaram

– faltou a cachaça (#horaextra) ++

– sem #horaextra

– ubuntu is not mac

Participantes:

– Ruhan

– Priscila

– Rômulo

– Weslleymberg

– Norato

– Leandro

– João

– Igor Klem

– Romário

– Jeferson

– Gabriel

– Grevi

– Felipe Cabral

– Plínio

– Pedro

– Marcelo

– Lucas Rodrigues

P.s.: relato feito pelo Weslleymberg


Dojo@IFF Especial de Ano Novo (Letivo)

quinta-feira, 24 março 2011

Como todos sabem, o ano letivo aqui no Brasil só começa depois do carnaval e não foi diferente com o nosso dojo. No final do ano passado nós tivemos grandes perdas, o Tarsis, o Hugo e mais um bando de gente foi pra Globo.com, a Marianna foi pro MPF e acabamos ficando desfalcados.

Com a equipe desfalcada, eu e Priscila ficamos preocupados com o que fazer com o dojo esse ano, queríamos trazer mais gente e mantê-los no dojo. Foi assim que surgiu a idéia de fazer o dojo como um trote nos calouros. Armamos tudo e intimamos os calouros a comparecerem no dojo que, por sinal, mudou de dia e horário, agora ele acontece toda terça-feira das 16 às 18hrs.

O dia do dojo chegou e nós fomos para a sala (sim, agora nós temos uma sala permanente!!) e, para a nossa surpresa, ela estava cheia! Para começar eu passei o para eles o mesmo vídeo que foi passado para os calouros da UFF e deu pra ver que eles ficaram animados, logo após partimos para o problema. Como muitos deles nunca tinha programado na vida, decidimos começar com um problema fácil, o FizzBuzz. Durante todo o dojo muitas dúvidas surgiram e graças a nosso professor de plantão, o Rômulo, todas as dúvidas foram tiradas. Conseguimos terminar o código e ainda deixamos ele limpinho.

Agora vamos para a retrospectiva:

Códigos e fotos

Fizz (Prós)

– proveitoso ++

– muita gente ++++

– novatos aprendendo +++

– python

– should / specloud

Buzz (Contras)

– inexperiência

– faltou a cachaça (#horaextra) ++

– nem todo mundo participou

– usuário windows programando paralelamente sem querer participar (C++ não é bom!)

Participantes:

– Ruhan

– Priscila

– Rômulo

– Weslleymberg

– Norato

– Leandro

– João

– Felipe Duarte

– Mayara

– Gabriel

– Diogo

– Grevi

– Felipe Cabral

– Plínio

– Diego

– Lucas Hissa

– Lucas Rodrigues

– Leandro Pires


DOJOS DO IFF DE SETEMBRO – [17, 18 e 19]

sexta-feira, 22 outubro 2010

Galera,

Eu estou uma cidadã ausente dos dojos do IFF, mas participando e me envolvendo ‘por fora’…. Estou postando agora para avisar que os códigos, relatos e fotos dos dojos de setembro que faltavam estão postados no GitHub! [pouco atrasado! rs]

Vou fazer esse post e talvez alguns próximos bem pequenos, mas o conteúdo está todo on line!

Abaixo, os links pro conteúdo completo! Vocês encontram: os relatos nos arquivos README, as fotos da galera e do quadro de retrospectiva e os códigos!

http://github.com/hugobr/DojoCampos/tree/master/2010_09_15/
http://github.com/hugobr/DojoCampos/tree/master/2010_09_23/
http://github.com/hugobr/DojoCampos/tree/master/2010_09_30/

E só pra fechar, fica uma frase, pois esse mês foi [e agora outubro ainda está sendo] complicado pela questão tanto de pessoas, como de salas, como de equipamentos para os nossos dojos, como vocês vão ver nos relatos, então (não chorem por favor! rs):

“As pessoas mais felizes não são as pessoas livres de problemas, mas aquelas que sabem como lidar com os problemas.” – Leo Buscaglia


Dojo@IFF [16]

quinta-feira, 2 setembro 2010

Dia 01-09-2010

Problema: Rouba Montinho -> Código / Fotos

Nessa quarta aconteceu mais um Dojo IFF. A maioria dos participantes não conhecia a linguagem escolhida, que foi Ruby, mas mesmo assim todos gostaram. Quem não conhecia gostou, e todos participaram. Mesmo aqueles que vieram pela primeira vez, o que foi muito positivo. Uma coisa ruim é que o nosso horário – 18.30h – as vezes é complicado para quem estuda a noite, então alguns participantes tiveram que ir para a aula, e depois voltar para o Dojo.

No início do Dojo, ficamos conversando e pensando nas possibilidades do problema. O escolhido foi: Rouba Montinho (ou Rouba Monte), aquele típico jogo de baralho. Conversamos sobre as classes e jogadores e pensamos na maneira mais simples de se fazer. O jogo consiste em ter uma mesa com 4 cartas iniciais, e o jogador com 3 cartas iniciais na mão. A idéia do jogo é que o jogador1 forme pares com as cartas disponíveis na mesa e na mão, colocando assim no seu respectivo montinho. Se um outro jogador tiver na mão uma carta que corresponda a última carta no montinho do jogador1, ele pode ‘roubar’ o montinho. Ganha o jogador que tiver o maior montinho.

Não chegamos a implementar o jogo até o fim, fizemos apenas duas situações: a que o jogador1 não tem nenhum par e deve se desfazer de uma carta, e a que o jogador1 tem um par. Foi muito legal, e fizemos a nossa retrospectiva:

Retrospectiva

Roubamos 🙂

– problema legal

– todos participaram

– gente nova

– a galera curtiu a linguagem

Fomos roubados 😦

– sala sem ar (de novo!)

– projetor deu mil problemas e ajudou no atraso (quase 1h)

– ninguém trouxe problemas previamente

PS: para a retrospectiva, o fato de a maioria não conhecia a linguagem, ficamos na dúvida de ser um ponto bom ou ruim….

Participantes

Mari

Ruhan

Rebeca

Caio

Weslleymberg

– Ewerton

– Andre

Anderson

PS: Valeu Rebeca! O relato ficou show 🙂


Dojo@IFF [15]

quinta-feira, 2 setembro 2010

Dia 25-08-2010

Problema: Palíndromo Silábico -> Código / Fotos

Durante as férias do IFF não tivemos Dojo, e as aulas voltaram no começo do mês, mas deixamos para voltar com o Dojo essa semana por questão de tempo e para aproveitar o público de um evento que aconteceu hoje (dia 25/08) por aqui.

Bem, esse Dojo teve uma peculiaridade de troca de linguagem no meio e a “culpa” foi desta que vos fala… Vou explicar, nas palavras do Tarsis Azevedo, que fez um relato resumido deste Dojo:

“Bom, o dojo começou em ruby e o problema vc (Mari) quem definiu, pois ninguém tinha trago nenhum outro. A idéia seria verificar que palavras tem sílabas iguais tanto lidas a partir da primeira até a última sílaba quanto ao contrário, que pareceu bem legal devido as peculiaridades da lingua (p mudos, etc…)

Aí, você teve que sair =/ (fikei puto), logo o guru de ruby nao estava presente entao o dojo não andou.

Como os demais presentes sacavam muito de Ruby/Python/OO/TDD, tivemos que decidir o que fazer….

Entao, como você saído e o problema nao tava andando, resolvi mudar pra python pra explicar a dinâmica do dojo pros novatos.

E eles gostaram muito. Foi amor a primeira vista, entenderam a importância dos testes, parearam, aprenderam python “na marra”, foram introduzidos(Olha!) em OO e isso tudo em menos de 1hr.

Enfim o dojo provou seu valor novamente! :D”

Retrospectiva (essa foi feita em primeira pessoa, considerando o que foi levantado por cada uma das pessoas e suas sensações)

PO – XA 😦

  • Não sei Ruby
  • Não sei Python
  • Dojo no horário de aula
  • Sala sem ar condicionado
  • Ruby #fail

FA – RO – FA 🙂

  • Galera nova
  • Conheci Ruby
  • Aprendi Ruby
  • Aprendi Python
  • Aprendi OO
  • Conheci o Dojo
  • Proatividade
  • Divulgação Maneira

Participantes:

* Tarsis

* Mari

* Ruhan

* Andre

* Weslleymberg

* Ewerton


Disciplina Dojo para os calouros na UENF!

sexta-feira, 13 agosto 2010

Sensacional! Essa é a palavra que resume o que aconteceu na quarta-feira, 04 de Agosto de 2010, na primeira aula Dojo registrada como matéria na UENF. O projeto foi uma iniciativa dos alunos do 8º período: Eduardo Hertz, Herond Robaina e Hugo Maia Vieira que se inspiraram neste post do Vinicius Teles e no fato de já realizarmos um Dojo e conhecermos seus benefícios. Nós três ficamos como monitores voluntários da disciplina, que é ministrada pela Professora Annabell Tamariz (também coordenadora do curso).

A tarefa tratava-se de um desafio para nós, pois os alunos, por serem do 2º período, haviam visto apenas a matéria Programação I em Pascal e em nossos Dojos apenas o pessoal mais experiente tinha participado! Portanto, mesmo utilizando Ruby, conceitos como orientação a objetos deveriam ser abstraídos e nós teríamos que saber empolgar o pessoal.

A aula iniciou com uma apresentação do Hugo Maia sobre o Dojo. Foram explanados quais são os objetivos do Dojo, como deve ser o ambiente para atingir tais objetivos e as técnicas utilizadas.
Em seguida foi explicado o problema, onde este deveria ser algo simples, para os alunos entenderem como funciona um Dojo. Então, escolhemos o problema padrão de primeiros Dojos, o FizzBuzz.

Como era de se esperar, os calouros ficaram meio atônitos com a quantidade de informação passada num primeiro momento. O TDD e uma nova linguagem eram coisas totalmente novas para eles. Aos poucos a aula foi se desenvolvendo com participação ativa do pessoal.

A função de piloto e copiloto era alternada entre os alunos e nós, para haver uma troca de experiência maior e para eles se sentirem um pouco mais seguros nesse primeiro Dojo. O mais interessante a se observar era que o pessoal trocava informação entre si em relação ao problema, fazendo com que todos raciocinassem perante a solução que estávamos desenvolvendo. Isso mostra que, a maior deficiência dos alunos de computação não é a tecnologia ou processo utilizado, e sim a forma como o problema é abordado. O aluno, no modelo de ensino tradicional, não é acostumado a raciocinar, pois não é estimulado a buscar novas alternativas para um problema. Além disso, no Dojo, todos que estão presentes são implicitamente convidados a participar e a interagir, pois a dinâmica do Dojo torna a “aula” empolgante e divertida.

Durante todo o desenrolar do Dojo, fomos soltando para eles boas práticas de programação, como fazer o código falar por si através de nomes de variáveis e funções que façam sentido, melhorar a legibilidade e manutenibilidade do código com a identação correta, dentre outras coisas.

Conversamos também sobre outros assuntos como a importância do Inglês, a importância de saber pesquisar, sobre de sistemas controles de versão, sobre utilizar o Linux para desenvolvimento e algumas outras coisas.

Ao final, fizemos a retrospectiva onde os seguintes pontos foram levantados pelos alunos:

=)

  • A proposta do problema
  • Foi descontraído e ficamos a vontade
  • Não foi como uma aula convencional (o que é legal!)
  • Não houve monopólio do controle da aula, com os 3 monitores complementando a explicação

=(

  • Não conhecer a linguagem
  • Não teve hora extra (vamos fazer!)

O resultado superou todas as expectativas e com certeza será de grande valia para todos nós. Nas próximas sessões eles vão assimilar melhor as ideias e práticas. Com certeza o curso será muito mais divertido e proveitoso para eles que estão conhecendo no 2° período coisas que nós fomos conhecer no 6°. Foi muito legal ver no rosto deles a expressão de empolgação.

Fica a dica e um incentivo para que as pessoas que ainda estão na universidade possam ter essa iniciativa de introduzir e socializar o Dojo na Universidade, onde todos só tem a ganhar.

E como quase formandos, após o Dojo, falamos entre nós: “Ah se tivéssemos isso na nossa época…”

Código no github: FizzBuzz