DojoRio@Centro 27/03/2013 – No Brasil, é esquibunda na areia

No dia 27 de março foi véspera do feriado mais doce do ano, a Páscoa e não fizemos problema temático desta vez. No lugar disso, fizemos um problema que rendeu boas risadas com as alterações que fizemos para que ele tivesse mais a cara do nosso país com calor das profundezas <insira o inferno da sua fé aqui>.

Queríamos resolver o seguinte: existe um carinha (no problema é o Michael)  que gosta muito de snowboard e também temos uma montanha, com suas altitudes  representadas por uma matriz. Sabendo que só podemos ir do ponto mais alto até o mais baixo da montanha, qual é a maior distância percorrida na montanha informada ?

Pelo fato de que moramos no Rio de Janeiro (com 42º a sombra, não tem nem 1 mês atrás) , num estado dentro de um país tropical, também conhecido como Brasil, durante as trocas de piloto e co-piloto com os presentes foi falado que snowboard não tem nada a ver com onde moramos e que o mais próximo de montanha para deslizar que temos são as dunas de Natal e lá se faz é esquibunda. Neste momento de bastante risadas, nós rebatizamos o esporte e o problema passou a ser tupiniquim 🙂

Este dojo manteve a sequência de problemas com Programação Dinâmica, mas no lugar de focarmos em programação dinâmica somente, este problema nos levou a um contexto que aplicava programação dinâmica na sua resolução.  O contexto do desafio temos vários pontos a serem visitados, sendo que temos que sempre ir da altitude maior para a altitude menor, ou seja, não tem como voltar. Isso nos permite observar o todo como um DAG – Grafo Acíclico Dirigido. Nosso objetivo é achar o maior caminho possível no grafo (montanha) dado e Programação Dinâmica é indicada para resolver este tipo de problema, inserindo as altitudes visitadas num array e manipulando-o conforme a implementação escolhida para Programação Dinâmica.

A solução deste dojo divertido foi esta.

E os pontos positivos que conseguiram chegar até o final da duna sem rolar no meio:

  • Problema ++++
  • Pessoas
  • Comida variada
  • sensação de que as pessoas entenderam mesmo o problema
  • Lucas Martins, Otávio Cardoso e Thiago Bel[e]m voltaram
  • Comida suficiente
  • Python +
  • A solução foi obscura no início, mas durante o dojo consegui entender
  • A troca do esporte do problema de esqui para esquibunda ++
  • Participação
  • Evolução da solução
  • PD e Grafos
  • Pessoal veio mesmo com chuva e véspera de feriado
  • Solução (parcial)

Os pontos negativos que nem deu o friozinho na barriga da adrenalina:

  • Cadê os novatos? +
  • A troca dos termos para a retrospectiva de “Carinha Feliz/Carinha Triste” para “O que quero mais/ O que não quero mais” não deu certo
  • Não avançamos muito na solução ++
  • Falatório no vermelho ++
  • O dojo começou tarde ++
  • Armadilha da coca cola – alguém agitou a coca cola e quando esta coca cola foi aberta, praticamente estourou.
  • Pessoas não programaram
  • Demorei para entender o problema
  • Testes com nomes ruins
  • Python
  • “Roubamos ” muito e poderíamos ter evoluído mais depressa se partissemos para a solução mais correta um pouco antes
  • O ex novato (Júlio Marins) não veio.

Sempre terá dojo nas 4º feiras, começando entre 18:30 – 19:00 e se você gostou, é só chegar na  Íparos – Av Treze de Maio, 13 – 6° andar – Cinelândia. Qualquer dúvida, é só mandar email para a lista do dojo google groups, que sempre tem alguém para responder, por isso, não se acanhe, pode vir que a casa é totalmente livre para quem quiser ensinar e aprender conosco 😀

Até a próxima o/

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