Dojo dos calouros em Petrópolis

segunda-feira, 30 agosto 2010

Esse sábado rolou mais um dojoRio em Petrópolis, foi o primeiro dojo desde que começaram as aulas do 1º período no IST. A presença dos calouros foi significativa (50% dos presentes) :).

Sim, o Miguel é mais alto que eu  (César)

O problema resolvido foi o FizzBuzz, como sugerido na lista dojoRio. Os calouros se deram muito bem com ele, e como ainda sobrou tempo conseguimos resolver também o The tea party, acho que esse já complicou um pouco mais, porém nada que assustasse a galera.

Participantes:

😀

  • A presença dos calouros ++
  • Deu tempo de resolver 2 problemas
  • Todos programaram
  • Python (novamente)
  • A “aula” foi produtiva e construtiva
  • FeedBack dos calouros+++++

😦

  • Casaram o César nos testes (ele se diz Gamofóbico)
  • Faltou um lanchinho
  • O César apertou o sleep novamente e “bugou” o sistema todo

DojoRio@UFF e DojoRio@Niterói – 19/08

sábado, 21 agosto 2010

Pessoal,

Como é de conhecimento de todos, nós temos duas sessões de Dojo que acontecem na UFF. Uma é a que os alunos que ingressaram no curso de Computação no período passado tocam e a outra é a mais antiga. Antes, a dos calouros acontecia às terça e a mais velha às quintas. Entretanto, como o horários deles mudou agora nós temos as duas sessões acontecendo no mesmo dia! A dos calouros acontece das 11:00 até às 13:00 e a mais antiga das 19:00 até às 21:00. Então vou falar como foram as duas sessões nesse post.

A da parte da manhã aconteceu na sala da InfoMarka por um problema para conseguir a sala. No início iriam ser só quatro pessoas, mas 3 calouros desse segundo semestre souberam e resolveram aparecer para conhecerem o Dojo. Então, fizemos o clássico problema do Fizzbuzz e a linguagem escolhida foi Python. O mais interessante foi que nenhum dos três calouros tinha visto uma linha de código na vida e o primeiro contato deles com código foi no Dojo! Estavam presente as seguintes 7 pessoas:

Os pontos positivos foram:

  • Aprendizado +
  • Ensinamentos ++
  • Interação
  • Boa didática
  • Dojo alternativo
  • Calourada comparecendo +++
  • O Dojo funciona como ferramenta de ensino
  • Python funciona no ensino +
  • A importância dada aos novatos
  • Luisão que encheu o saco deles para comparecerem
  • InfoMarka ter emprestado a sala +
  • Projetor +
  • Apresentação inicial
  • Volta do DojoRio@UFF
  • Bem explicado
  • Não houve pressa
  • Desenvolver o pensamento de como chegar a um objetivo
  • Ambiente muito maneiro de interação
  • Totalmente aberto à dúvidas

Os pontos a melhorar foram:

  • Horário do almoço ++++
  • Sala pequena
  • Aula ao lado
  • Tempo
  • Faltar aula
  • Fome ++
  • Falta de definição da sala oficial

Como sugestão ficou:

  • Calouros continuarem vindo!

Depois, passada a tarde, tivemos a nossa segunda sessão do dia. Dessa vez a linguagem escolhida foi Ruby e o problema foi o de receber uma lista de países participantes de uma olimpíadas e o número de medalhas que ele tem. O esperado é uma lista com o nome dos países ordenada de acordo com a posição de cada país no ranking de medalhas. O problema era bem simples e foi escolhido porque, a calourada que compareceu no Dojo da manhã foi extremamente sagaz e já tinha espalhado a notícia que haveria um outro Dojo na parte da noite. Então, tivemos mais calouros ainda!!! Além disso, foi interessante que um pessoal dos períodos intermediários da Computação na UFF que também nunca haviam ido ao Dojo compareceram. Então, tivemos muita gente nova! Estavam presentes as seguintes 23 pessoas:

Os pontos positivos foram:

  • Casa cheia +++++++++
  • O problema ++++
  • Ruby +++++++++++++
  • Conhecer uma linguagem que não conhecia +++++
  • Gente nova +++++++++
  • Calouros vieram ++++
  • Vinícius ajudando como guia
  • MUITA comida ++++++
  • Volta de um pessoal das antigas +
  • Pós-Dojo vai bombar!
  • Muitas cabeças são melhores que uma para a resolução de problemas
  • Grande interação entre as pessoas ++
  • Compartilhar o conhecimento +++
  • Troca de experiências
  • Pessoal mas antigo disposta a ajudar ++
  • Ambiente descontraído +
  • Código em inglês
  • Participação de todos +
  • Professores presentes e programando +
  • Explorar bem o poder da linguagem +
  • Mouse +
  • Aprender uma forma “diferente” de programar (TDD) +++
  • Refatoração
  • Apresentação das pessoas ++
  • Dois Dojos no mesmo dia na UFF +
  • Conseguir o projetor junto à coordenação
  • Desenvolvimento incremental
  • Silêncio da galera
  • Pessoal tirando dúvida direto
  • Vou voltar!
  • Muito mais maneiro que o que eu esperava

Os pontos a melhorar foram:

  • Não terminar o problema ++
  • Nem todos terem programado +++++
  • Fugir do Baby Steps
  • Esquecer o que o teste está pedindo
  • A disposição do computador atrapalhou a visibilidade do projetor ++
  • Embolou um pouco no final ++
  • Não desenvolver muito o problema
  • Conversa no final
  • Não trouxe comida
  • Código em inglês
  • Faltou uma explicação inicial da linguagem +
  • Melhorar minha lógica
  • Falta de cadeiras
  • Ruby +
  • Foco nos recursos de Ruby e não na solução do problema +
  • Conseguir gravar o nome de todo mundo

Como sugestão ficou:

  • Continuar variando as linguagens
  • Será que rola em paralelo duas sessões com um repositório de gerência de configuração no meio?
  • Fazer um em Java
  • Falar qual vai ser a linguagem a ser utilizada antes
  • Fazer mais Dojos em Ruby
  • Maior participação da platéia
  • Será que rola um 3º Dojo na UFF? Fica o desafio

Até a próxima.


DojoRio@Lapa – 11/08/2010

sábado, 21 agosto 2010

Nesta quarta (11/08) rolou mais um Dojo Lapa, e desta vez foi escolhido o “jogo da vida” aonde as regras foram:

  1. Qualquer célula viva com menos de dois vizinhos vivos morre de solidão.
  2. Qualquer célula viva com mais de três vizinhos vivos morre de superpopulação.
  3. Qualquer célula com exatamente três vizinhos vivos se torna uma célula viva.
  4. Qualquer célula com dois vizinhos vivos continua no mesmo estado para a próxima geração.

Apenas a regra 4 não foi implementada. A linguagem escolhida foi PHP, o que deixou a galera bem a vontade talvez, houve muita quebra do vermelho, porém, com assuntos e sugestões referentes ao problema e o clima ficou tão legal que até quem estava chegando pela primeira vez, se sentiu a vontade de programar e mais de uma vez. Observou-se que a quantidade de 15 pessoas é um bom numero, pois mesmo com a quantidade de piadas que surgiram neste encontro, não foram o suficiente para atrapalhar o desenvolvimento. Falando em piadas, uma melhor que a outra e de uma criatividade nerd incrivel.

=)

Retorno dos sumidos +++++
Gente nova +++++++++
Recepção do grupo +
Metodo de como é tratado a resolução do problema
PHP +++++++++
Problema ++++++
Discussão do desenvolvimento ++++
Comida +++
Bastante gente +
Fernando ficou a vontade (Primeira vez que estava indo e não teve problema em ir programar e nem quando apagaram o codigo que ele fez)
Muito passatempo (biscoito)
OO +++
15 está arredonando +++
Direto ao assunto
Apresentação alternativa do dojo
Chegou minha camisa do FISL
“O melhor não é escrever o codigo, é apagar!”
Muitas piadas +
Aproveitando: para fazer a divulgação do Dev In Rio (Em breve data e local – informações: http://www.devinrio.com.br)
Galera da X4 – Veio e ficou

=(

Panelinha do Seu Carlos e Jeff +++
Quase não entendi a carinha do Israel
Corrente de ódio da Valéria
Hora de inicio do Dojo ++
Conversei muito com o Raphael
Conversar sempre na retrospectiva +
Não estou bem
Xiita de Dojo
Conversa paralela +
PHP
A discussão chatinha que rolou por conta da =/ “conversa sempre na retrospectiva”

Sugestões:

Usar Guit
Fazer Dojo em Java (Estava na carinha triste, então não entendi, coloquei como sugestão).

Bem, até o próximo Dojo@Lapa!


DojoRio@Niterói – 12/08/2010

domingo, 15 agosto 2010

Pessoal,

Faz tempo que não colocamos posts aqui no blog sobre as sessões de Dojo que ocorrem em Niterói. Mas, mesmo sem colocarmos por aqui, elas continuam acontecendo com todo vapor. Um exemplo disso foi a última sessão que aconteceu nessa última quinta-feira na UFF.

A sessão foi bastante importante pois foi a primeira sessão que contou com professores do curso de Ciência da Computação da UFF. Estavam presentes os professores Leonardo Murta e Vanessa Braganholo. Os dois não só estiveram presentes como se aventuraram como pilotos e co-pilotos no Dojo. Melhor do que a presença dos dois, é o motivo que levaram os dois a participarem do encontro. Ambos estão pensando em utilizar o Dojo como mais uma ferramenta de ensino nas suas disciplinas. Demais, não?

Além dos professores, tivemos algumas caras novas e um pessoal que não vinha faz muito tempo voltou a comparecer. O problema escolhido foi o do Jokenpo porque acreditamos que ele é bem interessante para ser usado com pessoas que participam do Dojo pela primeira vez. Os 16 presentes foram:

Os pontos positivos foram:

  • Presença dos professores ++
  • Todos programaram +++++
  • Conseguir o projetor
  • InfoMarka em peso
  • Novos integrantes ++++
  • Pós-dojo com Móveis Coloniais de Acaju
  • Ver pessoas que apoiam o Dojo e querendo levá-lo para o ambiente acadêmico +
  • Aprender bastante sobre Python +++
  • Ter sido em Python +
  • Aprender sobre boas práticas de programação +
  • Bastante gente ++
  • Pessoal antigo que estava sumido +
  • Papel da retrospectiva do Moulin ++++++
  • Comida ++
  • Refatoração +++
  • Código resultante
  • Problema ++
  • Terminar o problema ++
  • Paciência dos gurus da linguagem
  • Ambiente muito acolhedor para novatos
  • Aprendizado útil para os cursos
  • Ver meus alunos aqui
  • Conhecimento adquirido
  • Os novatos são os melhores +
  • Várias estratégias exploradas
  • Suspiros quando o código velho é apagado
  • Respeito com o vermelho

Os pontos para melhorar foram:

  • Touchpad do notebook com o clique desabilitado
  • Demora para começar ++++++++
  • Arrumação da sala
  • Ter que correr atrás do projetor na hora +++
  • Atraso +++
  • Vir mais
  • Falatório no vermelho +
  • Faltou o mouse +
  • Ignoraram a Coca
  • Demora para propor uma solução limpa para o código
  • Professores e alunos são iguais. Todos são participantes!
  • Alguns pilotos falaram em voz baixa
  • Esquecer a comida
  • Post no blog
  • Dependência de uma pessoa para conseguir isso ou aquilo +
  • Problema
  • Fazer em outra linguagem diferente de Python ++

Como podemos ver pela retrospectiva, foi uma sessão bastante interessante porque a galera colaborou muito para ela ser produtiva. Nos vemos então no próximo encontro.

Até a próxima!


Mais um DojoRio@Petrópolis

sábado, 14 agosto 2010

Depois de mais de 1 mês sem Dojos aqui em Petrópolis por causa das férias da faculdade, realizamos 1 hoje (14 de agosto). Infelizmente o mau tempo aqui da cidade afastou os participantes e tivemos uma sessão com apenas 4 participantes.

O problema realizado foi o Encontre o telefone em Python.

Já postei algumas fotos algumas fotos no Flickr, quando conseguir fazer o upload do resto ponho o link.

O que foi bom: 😀

  • Deu pra realizar vários e vários testes
  • Rafael finalmente cumpriu sua promessa e apareceu
  • Os problemas estão melhorando a cada sessão

O que pode melhorar: 🙂

  • Natasha programar de novo
  • Numero de frequentadores
  • Passar a rolar pós-Dojo

Partipantes:


Disciplina Dojo para os calouros na UENF!

sexta-feira, 13 agosto 2010

Sensacional! Essa é a palavra que resume o que aconteceu na quarta-feira, 04 de Agosto de 2010, na primeira aula Dojo registrada como matéria na UENF. O projeto foi uma iniciativa dos alunos do 8º período: Eduardo Hertz, Herond Robaina e Hugo Maia Vieira que se inspiraram neste post do Vinicius Teles e no fato de já realizarmos um Dojo e conhecermos seus benefícios. Nós três ficamos como monitores voluntários da disciplina, que é ministrada pela Professora Annabell Tamariz (também coordenadora do curso).

A tarefa tratava-se de um desafio para nós, pois os alunos, por serem do 2º período, haviam visto apenas a matéria Programação I em Pascal e em nossos Dojos apenas o pessoal mais experiente tinha participado! Portanto, mesmo utilizando Ruby, conceitos como orientação a objetos deveriam ser abstraídos e nós teríamos que saber empolgar o pessoal.

A aula iniciou com uma apresentação do Hugo Maia sobre o Dojo. Foram explanados quais são os objetivos do Dojo, como deve ser o ambiente para atingir tais objetivos e as técnicas utilizadas.
Em seguida foi explicado o problema, onde este deveria ser algo simples, para os alunos entenderem como funciona um Dojo. Então, escolhemos o problema padrão de primeiros Dojos, o FizzBuzz.

Como era de se esperar, os calouros ficaram meio atônitos com a quantidade de informação passada num primeiro momento. O TDD e uma nova linguagem eram coisas totalmente novas para eles. Aos poucos a aula foi se desenvolvendo com participação ativa do pessoal.

A função de piloto e copiloto era alternada entre os alunos e nós, para haver uma troca de experiência maior e para eles se sentirem um pouco mais seguros nesse primeiro Dojo. O mais interessante a se observar era que o pessoal trocava informação entre si em relação ao problema, fazendo com que todos raciocinassem perante a solução que estávamos desenvolvendo. Isso mostra que, a maior deficiência dos alunos de computação não é a tecnologia ou processo utilizado, e sim a forma como o problema é abordado. O aluno, no modelo de ensino tradicional, não é acostumado a raciocinar, pois não é estimulado a buscar novas alternativas para um problema. Além disso, no Dojo, todos que estão presentes são implicitamente convidados a participar e a interagir, pois a dinâmica do Dojo torna a “aula” empolgante e divertida.

Durante todo o desenrolar do Dojo, fomos soltando para eles boas práticas de programação, como fazer o código falar por si através de nomes de variáveis e funções que façam sentido, melhorar a legibilidade e manutenibilidade do código com a identação correta, dentre outras coisas.

Conversamos também sobre outros assuntos como a importância do Inglês, a importância de saber pesquisar, sobre de sistemas controles de versão, sobre utilizar o Linux para desenvolvimento e algumas outras coisas.

Ao final, fizemos a retrospectiva onde os seguintes pontos foram levantados pelos alunos:

=)

  • A proposta do problema
  • Foi descontraído e ficamos a vontade
  • Não foi como uma aula convencional (o que é legal!)
  • Não houve monopólio do controle da aula, com os 3 monitores complementando a explicação

=(

  • Não conhecer a linguagem
  • Não teve hora extra (vamos fazer!)

O resultado superou todas as expectativas e com certeza será de grande valia para todos nós. Nas próximas sessões eles vão assimilar melhor as ideias e práticas. Com certeza o curso será muito mais divertido e proveitoso para eles que estão conhecendo no 2° período coisas que nós fomos conhecer no 6°. Foi muito legal ver no rosto deles a expressão de empolgação.

Fica a dica e um incentivo para que as pessoas que ainda estão na universidade possam ter essa iniciativa de introduzir e socializar o Dojo na Universidade, onde todos só tem a ganhar.

E como quase formandos, após o Dojo, falamos entre nós: “Ah se tivéssemos isso na nossa época…”

Código no github: FizzBuzz


Dojo UENF/IFF [9]

domingo, 8 agosto 2010

No dia 24/07/2010 aconteceu um Dojo UENF/IFF fora das terras Campistas. Estávamos em Porto Alegre participando do FISL 11. Como as palestras da parte da tarde no dia não eram das melhores, resolvemos voltar mais cedo para o hotel, mas antes passamos no supermercado para comprar algumas coisas para comer. Combinamos de após tomarmos banho e prestarmos conta à nossas respectivas namoradas, nos encontrarmos no meu quarto para fazer um Dojo e lancharmos.

Resolvemos usar os problemas propostos pelo Code Golf da IG, que estava rolando no evento e utilizamos Ruby. O objetivo era resolver o problema e depois refatorar para deixar o arquivo com o menor tamanho possível. Foi sensacional!!! Divertido demais! Como era o último dia em Porto Alegre, pensamos até em fazer um outro Dojo no avião, mas não tinham acentos juntos disponíveis =P

Participantes

Até a próxima! Abraços!