Dojo UENF [6]

No dia 18/05/2005 rolou o mais um Dojo UENF. Seguindo com a experiência do ShuryoKata, continuamos o problema do Dojo passado, o jogo de dominó.

Primeiro, em menos de 4 minutos, fizemos uma pequena retrospectiva sobre a implementação feita no Dojo anterior. Foi bom para quem não olhou o código antes de vir para o Dojo, dar uma relembrada e os dois participantes que não vieram ficarem situados.

Como tinham ficado dúvidas (dublês e exceção) do Dojo passado, a primeira coisa a ser feita foi colocar em prática o que aprendemos. Vimos que ainda não havia necessidade de utilizarmos dublês, mas fizemos ser levantada uma exceção na tentativa de se criar um dominó com menos de 2 ou mais de 4 jogadores.

Chegamos a conclusão de que realmente deveria existir uma classe peças, já que agora além de características, peça tinha comportamento. Assim, criamos essa classe e tivemos que fazer um refactoring legal.

Participantes

Retrospectiva

🙂

  • O problema está ficando mais legal
  • Participação da galera foi boa
  • Matamos as dúvidas do dojo passado

😦

  • Galera falando muito quando teste estava quebrado
  • Gedit mal configurado (Hugo tinha acabado de formatar o note e esqueceu de configurar o gedit no afterFormat)

Percebemos que ao crescer, o problema está ficando cada vez mais interessante, o design evolutivo está sendo maneiro e o refactoring está comendo solto.

Legal também foi ver que o pessoal que não estava no Dojo anterior conseguiu se situar bem e rápido, mesmo não tendo passado o olho no código antes.

Por enquanto a experiência esta sendo bem legal!

É isso ai! Até o próximo Dojo e rumo ao hexa!

[]’s

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2 Responses to Dojo UENF [6]

  1. Hugo Maia Vieira disse:

    Fala Rafael!
    Nós divulgamos o Dojo entre o pessoal, colocamos cartazes, mas não fomos na sala de cada turma pra divulgar. Estávamos conversando sobre isso essa semana e vamos passar nas salas pra falar como funciona o Dojo, a oportunidade de aprendizado que eles não terão em sala de aula e vamos convocar a galera à comparecer.

    Essa modalidade que estávamos usando era uma experiência e como você vai poder acompanhar no próximo relato, realmente não funcionou muito bem. A forma de escrita dos testes (como especificações) e o apanhado das dúvidas funcionou legal e vai permanecer, mas continuar o problema nas sessão seguintes não ficou bom.
    Foi legal a experiência de ver que ao pegarmos um problema mais complicado, claramente surgiu a necessidade de fazer uma especificação de alto nível (aceitação), para nortear o que teríamos que fazer, porque ficar apenas no nível de unidade ficou inviável. O refactoring foi muito utilizado no design evolutivo e acabamos tendo que utilizar dublês para isolar os testes. Foi bom para ver como realmente tudo se encaixa perfeitamente.

    É isso ai! =)

    Abraço

  2. muito show mesmo! isso ae!

    aproveitando que vcs estão também em uma universidade, dou a dica de convidar os calouros pra participar. foi feito isso aqui na UFF e deu super certo, a galera foi, lotou, programou e gostou muito.

    só uma dúvida: não é prejudicial começar o dojo com um problema pela metade? acho que o pessoal novo pode ficar meio perdido.

    bom trabalho ae! abraços!

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