Coding Dojo Rio #28

Nosso Coding Dojo do dia 12 de Agosto de 2009 foi marcado por várias novidades.

Para começar, tivemos a comemoração do aniversário da Carina, e pausa no meio do dojo para comermos bolo!!!

E antes que nos esqueçamos, fica aqui a lembrança pelo aniversário do Leandro Dantas no dia dojo!! Uma pena que ele não pode comemorar conosco 🙂

Como o Rodrigo gosta sempre de lembrar, pelo menos desde quando ele começou a participar do dojo, toda semana temos pessoas novas. E tivemos 4 novatos nesse encontro, sendo 2 presenças internacionais! Obrigado pela companhia Daniel, Grallha, Julian e Richard!

E com essa galera toda, batemos nosso recorde de participantes, éramos 17 programadores e não-programadores, todos focados num ideal.

Tenho seguido a idéia de que as coisas simplesmente acontecem quando devem acontecer, ou como diz o Richard “let’s go with the flow”. Nesta quarta não foi diferente. Fizemos um pequeno passeio antes de chegarmos no local do dojo, compramos o bolo, e aconteceu de chegarmos para o dojo sem nada preparado, nada em relação ao problema, ou à linguagem, ou qualquer outra coisa. Nem esperava que conseguiria guardar o bolo sem que a Carina visse! Mas deu tudo certo.

E, como a melhor forma para se preparar para o desconhecido é não se preparar para nada, o problema que encaramos se encaixou perfeitamente com o ambiente que tínhamos. Foi fácil de entender, serviu para sedimentarmos pontos importantes do desenvolvimento guiado por testes, abriu espaço para novas idéias sobre o processo.

E que problema foi esse? Bem, demos uma rápida olhada numa listinha muito bem compilada pelo pessoal do Dojo São Paulo, e escolhemos o Jogo da Vida (The Game of Life). Basicamente, dado como entrada um estado do jogo da vida, devemos calcular como será a nova geração. Isso tudo é representado em termos de células em uma tabela M x N, onde cada célula representa um indivíduo que pode estar vivo ou morto.

A computação do novo estado de cada célula envolve algumas regrinhas especificadas pelo problema, e depende do estado das células vizinhas. Este problema tem bastante em comum com o problema do Campo Minado.

Desenvolvemos em Python, no Windows, com Notepad++.

E a “força-de-trabalho”… os participantes que parearam foram:

  • Álvaro Justen
  • Alex.vai Tercete
  • Carina Feliz Brito
  • Carlos Cunha
  • Carlos Eduardo Galhardo (Gralha)
  • Cláudio Berrondo
  • Daniel Lourenço
  • Flávio Amieiro
  • Israel Teixeira
  • Julian Rodriguez
  • Leandro Thimóteo
  • Luan Marques (o antigo Luiz Antonio :P)
  • Raphael de Almeida
  • Richard da Silva
  • Rodolfo Carvalho
  • Rodrigo Pinto
  • Walter Dominguez

A retrospectiva foi o espaço para chegarmos juntos a conclusão de que tivemos uma noite excelente. O bolo estava muito gostoso, e a Carina adorou a surpresa. A idéia de como abordamos a programação guiados por teste encantou os novatos, e o Daniel até se assustou por ter sido tão fervorosamente chamado para programar lá na frente — a vergonha e apreensão passa com o tempo 😛

Pontuando tudo em forma de tópicos:

🙂

  • Carinafeliz
  • Bolo surpresa (x6)
  • Novas pessoas (x4)
  • Presenças internacionais (x4)
  • Presença do Daniel
  • Presença do Gralha
  • Python (x3)
  • Colocações do Álvaro (sobre o que mesmo?!)
  • Positive focused atmosphere (ambiente focado positivamente)
  • Everyone works well as a team… still enjoys the zone and still keeps the issue in mind (todos trabalham bem em equipe… e ainda se divertem e mantêm o problema em mente)
  • Determined (determinação)
  • 1º INPI Tech Talk com Álvaro Justen sobre Trac e Agilo
  • Novo recorde mundial (17 participantes) (x5)
  • O Gralha veio! (x2)
  • Richard encontrou cara do áudio: Berrondo, o cl-áudio.
  • Dojo Timer (software substituindo o Rodolfo que sempre esquece de disparar o cronômetro…)
  • Problema fez sentido, apesar de ninguém ter preparado (x2)
  • Nova linguagem de programação
  • Barras de chocolate (x3)
  • Morango
  • Oportunidade de praticar o inglês
  • Consolidação da presença do Luan
  • Ruby is sexy. Python is a little bit more sexy.
  • Pelo menos um participante novo por encontro há algum tempo…
  • Sala cheia!

😦

  • O “cmd.exe”
  • Lack of collaborative real-time criticism (muitos momentos de disatenção da platéia em relação ao problema e a dupla no computador, papo constante) (x5)
  • No RoboticJuice music
  • Lights too bright
  • Cadê a cola?
  • Quando resolveremos o problema de percorrer os vizinhos (de uma célula do Jogo da Vida)?
  • Python
  • Windows (x2)
  • Cadê o ipython?
  • Acabou a bateria da câmera fotográfica!
  • Cheguei tarde… (x2)
  • A implementação não ficou legal
  • O problema ficou meio confuso, pois não dei muita atenção e falei muito 😛

E depois teve subida nas escadarias da Lapa… bate-papo, leitura coletiva de livro sobre metodologias ágeis, fotos, prática do inglês…

Este dia magnífico terminou com as pessoas querendo ir embora, mas sempre enrolando para conversar um pouco mais numa esquina da Lapa… e, quando todo o restante da galera foi embora, Berrondo, Carlos, Julian, Richard e Rodolfo (eu) partiram para o restaurante Ernesto e lá passaram alguns minutos ou horas contando histórias. Falamos sobre a carreira de cada um, os percalços que encaramos no dia-a-dia, como vemos nossa arte, etc.

Agora é conferir todas as fotos do Dojo #28 e esperar pelo próximo!

UPDATE 28/08/2009: Essa sessão do coding dojo foi sensacional e, como se não bastasse, rendeu frutos… eu (Rodolfo) e o Carlos trocamos algumas mensagens, discutimos o que é ser simples, e como o problema poderia ser abordado de forma diferente. Por uma última vez até o momento, conversamos após o dojo #30, e hoje ele lançou a seguinte página sobre como abordar o Jogo da Vida usando Tabelas de Decisão.

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3 Responses to Coding Dojo Rio #28

  1. Cláudio Berrondo disse:

    sobremodo excelente!

  2. Israel disse:

    Dojo impar.

    Como dito no finalzinho, gostei de compartilhar as visões de nossas artes. Ouçam RoboticJuice. 🙂

  3. Excelente! Parabéns pelo post.

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