Coding Dojo Rio #11

Nesta quarta tivemos mais um Dojo cheio e divertido, também conhecido como “Dojo da Semana Santa”, ou “Dojo de Páscoa”. Com a presença de duas pessoas novas (Carlos e Frank!); com filé e picanha com batata frita pra celebrar o bate papo pós-programação, com ações para melhorar o dojo da próxima semana…

Imagino que não sou o mais indicado pra contar a história do dia 8 de Abril de 2009, já que cheguei bastante atrasado. Quando cheguei no CEFET, por volta de 20:15, o pessoal já estava reunido resolvendo o problema Bank OCR. A idéia foi fazer um problema fácil de entender o enunciado, para não perder muito tempo antes de colocar a mão na massa.

Os presentes:

  • Angéllica Cardozo
  • Carlos Cunha
  • Cláudio Berrondo
  • Desireé dos Santos
  • Frank Belmiro
  • Israel Teixeira
  • Rodolfo Carvalho

Como falei, o problema foi o Bank OCR. Acho que só eu (Rodolfo) já havia feito esse problema, então procurei não interferir em nada algorítmico… o código gerado está no nosso repositório.

Usamos Python 3.0, apesar de o código estar compatível com o 2.x (eu acho!). Claro que aproveitei a oportunidade para rodar [e ver quebrar] o nosso velho amigo print ‘Hello World’. Usamos o Notepad++ no Windows do Israel.

Ficamos programando até 21:40, conversamos bastante, trocamos idéias sobre a linguagem e a abordagem por testes.

Levantamos um ponto negativo em comum na retrospectiva: tivemos dificuldade na configuração do monitor + novo datashow que  fez com que a dupla programando ficasse de costas para a platéia, o que foi ligeiramente amenizado pela clima de “programação coletiva”.

Mesmo assim, tivemos uma melhora na infraestrutura, sem pesadelo com o teclado!

Como novidade, oficializamos a divisão da responsabilidade de trazer os problemas para as próximas sessões. Combinamos que três pessoas ficam responsáveis por trazer problemas, para facilitar a escolha e descentraliza-la.

Já para a próxima semana, a Angéllica, a Desireé e o Israel levarão problemas de sua escolha para rapidamente apresentar para os outros, sem precisar ler uma longa página, por exemplo. Naturalmente, nada impede de outros sugerirem algum outro problema.

Findo nosso período dentro do CEFET, vamos nos reunir em outro ambiente 🙂

O pós-dojo foi em um restaurante/bar/outro não muito distante de onde estávamos. Comemos, bebemos e conversamos bastante.

Percebemos que talvez seja legal tirar um dia filosófico, para falar das Práticas Ágeis, de TDD, do porquê do dojo, do pair programming, como os testes no ajudam, etc. Espero que este dia venha em breve, já que isso solidifica nosso entendimento do que estamos fazendo e como estamos ajudando a melhorar nossa profissão, mesmo que de forma bastante limitada (sem atingir a grande massa).

O Carlos contou a história dele e do apoie.org, falamos do INPI, de Orientação a Objetos, de hardware antigo e moderno, de mercado, de …

Nossa, falamos de tanta coisa… mais uma vez, assim como na Parmê semana passada, fomos “expulsos” do restaurante que já fechava suas portas.

Mais Dojo na próxima semana!

[obrigado ao Israel por ajudar a escrever esse post!]

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3 Responses to Coding Dojo Rio #11

  1. Sensacional, Rodolfo! Parabéns pela iniciativa!

    Tenho acompanhando o dojo pela lista, mas nesta próxima quarta eu pretendo aparecer!

    Grande abraço.

  2. israelst disse:

    O “merge” do artigo ficou bom! 🙂

  3. Alex disse:

    Pô, vacilo! Perdi bife com fritas! E o pior que eu esperei meu professor até 21h e ele não foi! Da próxima vez procuro vocês, pra pelo menos participar da confraternização.

    Abraço!

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