Coding Dojo Rio #8

O Dojo de ontem (04/03/2009) foi atípico. Além do pequeno número de presentes (apenas três), resolvemos aproveitar um problema já iniciado anteriormente para continuar, e ainda começou (quase) na hora!

Continuamos o Bank OCR. A primeira parte já estava pronta, continuamos então com a segunda e a terceira, ainda nos resta mais uma para implementar.

Utilizamos mais uma vez o conjunto Portable GVim e Python, porém na metade do caminho migramos para o Notepad++ mais o cmd.exe do Windows.

O uso de um problema já iniciado não foi ruim, muito pelo contrário, já que éramos poucos e dois de nós já estávamos familiarizados com ele.

O maior problema, que aconteceu também na sessão anterior, é que não dedicamos um tempo no final para falar sobre o que foi bom e o que foi ruim. Precisamos prestar mais atenção a isso.

Espero que na próxima semana o pessoal da PythOnRio decida fazer a prometida visita.

Presentes:

  • Flávio Amieiro
  • Mariana Bedran
  • Rodolfo Carvalho

Uma pena que o Raphael Almeida e a Janaína Horácio começaram a ter aula na hora do dojo, e com isso eles ficaram impedidos de participar. Talvez possamos repensar no dia ideal para nosso dojo.

Na mesma noite do dojo surgiu o assunto no grupo de quem sabe fazer uma integração com o pessoal do dojo de Brasília na SEA Tecnologia na próxima quarta-feira.

Espero que tenhamos ao menos um contato inicial, via Skype ou alguma outra forma, e em breve façamos alguma colaboração remota. Imagino que não são muitos que fazem isso por ai, alguém tem dados a esse respeito?

Agora é aguardar até a próxima quarta!

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3 respostas para Coding Dojo Rio #8

  1. Flávio Amieiro disse:

    O maior problema de ‘desrespeito’ com os princípios foi não ter feito uma reflexão no final da sessão sobre o que foi bom e o que foi ruim. Isso foi um vacilo nosso, e não é a primeira vez.

    Usar um problema que já tinha sido começado antes não foi tão problemático nesse caso específico (como o Rodolfo falou, os outros cenários eram bem diferentes do primeiro, e todo mundo concordou em usar o problema, não tivemos problemas com isso).

  2. Só tenho uma observação. É bom seguir sempre os princípios do Coding Dojo, e eles dizem que todo encontro tem que começar um problema do zero, sem nunca continuar algo.

    • Rodolfo disse:

      Hugo, você não está errado.
      De certa forma, até que começamos o problema do `zero`, já que os cenários que cuidamos até certo ponto eram bastante distintos do primeiro.
      E afinal, nenhuma regra está escrita em pedra, podemos fazer nossos ajustes finos 🙂

      Todos estavam de acordo em abordar o Bank OCR, então foi ele mesmo!

      Obrigado pelo comentário

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